PRIMEIRA TÓPICA DO ESTADO
Maio 3, 2008
O Estado primitivo se perde na história antiga, no entanto, podemos saber as primeiras estruturas de autoridade que se formaram, e estas, foram as famílias, os clãs.
De fato, não havia problemas de autoridade, pois, as cancelas do pode e não pode eram reduzidas a número tão pequeno que dificilmente uma conduta recairia sobre algum tabu da família ou clã, pois, as proibições, como até hoje eram estabelecidas por dogmas. Sempre que vai se criar uma lei, há um dogma, desde a proibição do incesto, até a proibição de substâncias entorpecentes.
De fato, percebemos que essas sociedades foram crescendo a ponto de muitos membros se tornarem desconhecidos, o que demandou assim, a necessidade de um poder maior, que mantesse íntegro o clã ou família. E assim, podemos imaginar o nascimento do Estado.
Com isso, novos direitos começaram a nascer, bem como as dinastias e etc. A experiência na história conhecida hoje, nos faz pensar que não há pessoa que tem poder ilimitado que não se torne um tirano, ainda que em alguns momentos. Por isso, hoje, mesmo com as leis, temos constituições, controle de constitucionalidade, sob pena de passar por um golpe de Estado legal, como houve na Bundesrepublik Deutschland, na época de Hitler.
Bem, essa foi uma explicação necessária, mas voltemos agora a primeira tópica.
Naquela época, os homens, nasciam se desenvolviam e criavam novos homens, e houve este crescimento populacional. É difícil imaginar interesses, pois, havia vastidão de terras, liberdade sobre ir embora, ou ficar, e etc. Então entendemos que o patriarca resolvia precipuamente questões familiares, e interesses, “sentimentais”, digamos assim, provindas daquelas fantasmagorias que o homem desde a antiguidade criava, sobre o que eram, ou devia ser. E em função disso organizaram suas relações. Tudo aquilo que corresponde a essência sonolenta humana.
A divisão do trabalho, ainda em estágio primitivo, evidencia a grau de desenvolvimento de uma sociedade, e nesta primeira tópica, vemos que a divisão ainda era muito rudimentar, caça, serviços domésticos e eventualmente uma briga de clãs ou famílias, que não podemos nem chamar de guerra em certo momento, mas após algum desenvolvimento sim. Mas neste tempo, pode-se acreditar até que guerras, como se entede hoje, e como se entendia na idade antiga, não existiram.
Vemos um Estado embrionário, familiar, seu nascimento, a isso, chamamos de primeira tópica.
É possível que em outros posts adicionemos algo mais, bem como os visitantes podem adicionar algo, e se eu julgar necessário ao meu escopo, adicionarei.
o que me intriga c essa primeira tópica e me causa consternação,é ver que hoje o maior problema que uma sociedade pode ter é ser constituida em Estado.percebe-se q os ideais iluministas,se deturpados,deixará a sociedade escurraçada.isso porque a criação de um Estado demanda poder – uma classe poderosa -,mas nunca nos esqueçamos:o poder é necessário para o bokm comando,não para a auto-magnificência,para a prepotência!
por isso deixarei uns versinhos meus aqui:
DEUS,
SE REALMENTE EXISTES,
MOSTRA AOS PODEROSOS
A SIMPLICIDADE.
MOSTRA AOS COMANDADOS
QUE TÊEM PODER.
o fato de ser comandado não quer dizer que deva ser submisso.o comando demanda representatividade.e representatividade quer dizer representantes e representados.sem estes aqueles não haveriam de nada comandar.peço só um mínimo de respeito.