Apesar da atual conjectura do nosso país, da ampla utilização da lei de Gérson, do jeitinho brasileiro, da crise de legalidade, e mais ainda, da crise dos valores e da moral, vemos a existência de seres que merecem a nossa admiração.

Esses elementos são quase regra geral dentre os brasileiros e por via de consequência, assim também, nossos políticos, que são realmente nosso espelho. A mentalidade de que todo político é ladrão, é pior do que termos estes ladrões como nossos representantes. Na verdade, pode ser até que isso seja uma desculpa do povo para também aproveitar qualquer coisa oferecida pelos políticos em época eleitoral, ou para se eximirem de suas responsabilidades para com a sociedade. E com isso, já estamos falando de outro elemento: a acomodação. Este elemento é mais novo, apesar de não ser tão novo quanto se pensa, mas tem se consolidado “satisfatoriamente” para quem se beneficia disso com os programas do governo federal e etc., que, apesar de ter uma boa finalidade, não oferem as mínimas condições para que as pessoas não precisem mais disso, oferece simplesmente uma isca para que nunca mais saiam dessa necessidade. Para quem nunca teve nada… Para que querem políticos honestos?? Progresso? Se tem esses benefícios que os dão alimentos, e só precisam esperar que o mundo acabe em barranco para se escorar. Ademais, quem paga tributos são os trabalhadores de classe média, e que realmente são quase os únicos que pagam. As empresas sonegam grande parte, estou cansado de ouvir sobre isso nas rodas das quais não me assento e etc. A verdade, sem adentrar esse mérito é que de quase nada nos servem esses tributos, pois os de classe média pouco usam a educação pública, claro, quem quer seu filho em colégio que os alunos jogam sapatos nas losas, que desafiam os professores e que nada aprendem? Estamos realmente precisando de alguns mestres lendários como o interpretado por Morgan Freeman em “Meu mestre, minha vida”. A educação universitária apesar de impor respeito, está sucateada. O SUS Deus nos livre de precisar dele.. A segurança pública, a classe média e média-alta é a mais escolhida para sequestros em todos as suas espécies.

Então, vemos que há muitos problemas, é óbvio é axiomático, mas precisamos NOS mudar primeiro. Entender que o povo tem a força! E que podemos mudar todo esse cenário, que alguém precisa ter coragem de dizer a um governador! EI! Você tem que responder a este processo, não pode bagunçar, e vocês está tumultuando.

Alguém já disse? Sim! RCED 698 que tramita no TSE, verifiquem se possível.

O homem dos cunhões de ferro (com todo respeito) é o Ministro do TSE José Delgado. Que apesar do histórico brasileiro, demonstra coragem mesmo!

Ele disse que um Governador de Estado (Marcelo de Carvalho Miranda – Tocantins) tinha intensão de tumultuar o processo acima citado, e que este ia seguir normalmente, e determinou que o mesmo governador respeitasse a decisão dele, e obedecesse, e apresentasse as alegações finais. Não sei se quando chegar ao plenário o que vai acontecer, mas para tanto tumulto o indigitado para mesmo ter culpa no cartório, parece se tremer de medo.

E, apesar de morar no RN, até na Tribuna do Norte aqui de Natal, saiu uma coluna falando de um dos desmandos deste homem do Tocantins.

Bem, vamos seguir o exemplo deste grande papa-jerimum, e dizer aos nossos representantes:”Ei! Aqui o negócio não é bagunçado não!”.

 

O Agente da Passiva

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